É isso que importa...


Continuando a saga de “posts pra matar o tempo”, resolvi falar um pouco das minhas experiências com kids, das 2 fora da família.... e pra começar, a experiência que não entrou no meu app.

Explicação: Ela me daria umas 300 horas, mas a CC não conseguiu entrar em contato com a pessoa, eu também não pq ele mora em outra cidade, ou seja, perdi as horas. Mas não deixa de ser uma experiência. Há uns posts atrás eu falei da minha dúvida em ser counselour em Summer Camp, aqui está o que despertou essa vontade. E esse post é mais pra mim mesma do que pra qualquer um, pra eu não esquecer nunca. Se bem que é impossível esquecer.

Quando eu tinha 11 anos, minha mãe me mandou pra um acampamento de férias. Eu não queria ir porque não conhecia ninguém, achava que não me adaptaria, que aquele não era meu lugar. Mas ela me fez ir mesmo assim. Resultado: 10 anos depois, aquela ainda é uma das melhores semanas da minha vida. Voltei lá mais 2 temporadas, mas depois ao tive mais grana pra ir. Passaram os anos e eu não esquecia aquele acampamento, e eu tinha um sonho: ser monitora de lá. Porque 90% dos monitores eram ex-acampantes, mas eu achava que não tinha chances porque deixei de ser acampante com 13 anos. 

  (Julho/07)

 (Jan/08)

(Julho/08)

Resumindo a história, tentei a sorte 5 anos depois com o diretor do acampamento, e recebi um email no dia do meu niver de 19 anos: eu ia ser monitora na temporada de julho/2007. E fui de novo em janeiro e julho de 2008. e posso dizer que essa foi uma das (se não A) melhores experiências que eu já tive. Eu não cuidava de crianças pequenas, eu era da turma de 10 a 13 anos, mais grandinhos já... e eu me diverti MUITO. As brincadeiras, gincanas noturnas, danças na beira da piscina, as risadas, conversas de madrugada depois que os acampantes iam dormir (a melhor hora), tomar banho de cachoeira, fogueira, trocar balinhas, as “músicas de acampamento”.... mas o melhor de tudo é que não era só um “trampo de férias como monitora de acampamento”, aquele lugar e as pessoas estavam no coração, eu tinha passado as melhores semanas da minha pré-adolescência ali, e cada dia que eu acordava e botava o coletinho, eu pensava em como eu tinha sorte por fazer parte daquilo. 


 É igual a história do Pequeno Príncipe, “o essencial é invisível aos olhos”. Pra quem olha de fora, pode parecer um trampo como outro qualquer, as fotos podem não significar nada, mas pra mim, aquilo significava um sonho de infância. Hoje, o acampamento não faz mais parte da minha vida infelizmente, mas cada momento que eu passei ali vai ficar guardado comigo pro resto da minha vida. Saber que eu fiz parte da história do Alvorada, mesmo que por 3 temporadas só, é minha maior alegria.


Agradeço pela oportunidade que eu tive um dia, não só de ter sido monitora, mas de ter sido acampante também. Tudo que eu passei ali contribuiu pra eu ser o que sou hoje, todos os momentos lá fazem parte de mim. Não importa que as horas não estão no meu dossiê, ainda assim essa é a experiência mais importante que eu tenho, e faz MUITA falta. Não tem mesmo como esquecer nunca. Como diz uma das várias paródias feitas no camp, "qualquer coisa pra não crescer e voltar sempre aqui."


(Videozinho com os melhores momentos da Equipe na temp. de Jan/08.... detalhe q meu cabelo tava super escuro ahahahahahah)

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O que realmente importa?

Vira e mexe eu vejo pelas comunidades au pairianas da vida as meninas falando sobre quantidade de horas no dossiê. Gente falando que tem tipo 2 mil horas mas é pouco, que o básico é ter mais de 4 mil, etc. E aí eu fico me perguntando... será que as horas de experiência realmente é o que mais conta pras famílias?


As agências pedem 200 horas de experiência como requisito. Mas quem é au pair sabe que isso não é NADA... o negócio é ter mais de mil no mínimo....mas eu já vi menina que fechou com 1 mês e tinha 500 horas, outras com mais de 3 mil demoram mais de 3 meses... então a gente tira por aí que não é só isso que as famílias procuram. Vou tomar por base meu caso.

Quando eu entreguei meu dossiê na CC, a agente me disse que não era um dossiê TÃO bom. Eu fiquei com 750 horas (era pra eu ter ficado com umas mil mas a CC não contou umas 300 por causa da referência – único probleminha q eu tive com a agencia so far), ou seja menos de mil, o que é considerado ruim. Falou também pra eu refazer a letter, falar mais de criança, aceitar under 1, fazer o vídeo, etc. O que eu tinha de strong era a habilitação (eu dirijo há mais de 3 anos e quase diariamente), o inglês, saber nadar, cozinhar, algumas habilidades e tal.

Eu fiquei on no começo de dezembro, o mês mais morto de todos. Demorei 20 dias pra ter uma família no meu perfil, tem gente que até fecha com menos tempo. Tudo bem que o mês não ajudava, mas tinha menina on no mesmo dia que eu que tinha família no mesmo dia ou no dia seguinte. A primeira família entrou em contato 1 mês depois de eu ter ficado on. E até hoje não sei porque me dispensaram, se foi pelas horas ou não. Depois deles, nenhuma família mais entrou em contato. Só falei com a do GAP, mas eles nem sabiam direito quantas horas eu tinha.

E aí veio a minha family. Já contei mais ou menos como foi mas vou contar again =D Lá na comu de au pairs tem um tópico de oferecimento de famílias, e algumas au pairs oferecem as suas, pois estão indo embora e tal. Eis que num sábado à noite eu estava em casa porque minha balada tinha furado e eu vi uma au pair oferecendo a família dela, no lugar perfeito, kids perfeitas, minha agencia, tudo perfeito. Eu pensei “ok, é bom demais pro meu dossiê tão humilde.” Logo abaixo do post dela, já tinham vários de meninas falando que tinham mandado email pra ela. Na comu da Cultural Care, a mesma coisa. Mas resolvi arriscar mesmo assim. Já esperei uma resposta negativa, mas ela pediu pra saber mais de mim. E eles queriam alguém que realmente gostasse de crianças, não que fosse APENAS pela experiência e tal, pois tiveram experiências ruins com ex-au pairs, e eu gosto mesmo de criança, então enfatizei isso. Todos os pontos que ela colocou, eu defendi porque eu seria boa naquilo, ou porque não seria um problema pra mim (claro, sem mentir nada). E aí comecei a falar com a mom e o dad no telefone e com a Mari no msn, sempre deixando claro o quanto eu queria aquela família. Ela me disse que eles estavam conversando com mais meninas, tinham gostado de uma que tinha mais experiência, eu gelei na hora. Foi aí que eu desanimei, porque até então eu estava confiante, mas se a menina tinha mais exp. Porque me escolheriam? Já comecei a fuçar no GAP de novo, etc. Mas continuei pedindo a Deus que me desse aquela família. E a cada dia mais meninas mandavam email interessadas, e eu entrando em pânico cada vez mais.

Eis que na sexta seguinte a host me liga, eu achei que era pra discutir sobre o email da rotina que ela tinha me mandado no dia anterior, mas ela disse exatamente isso:

*traduzido pela tecla SAP do blog* “Luciana, meu marido e eu conversamos e decidimos escolher você pra ser nossa au pair.”

Então assim. Eu não tinha um dossiê tão bom assim. Eu não fiz o vídeo (eu ia fazer, mas a minha family apareceu antes). Não tinha taaantas horas. E eu fechei em 2 meses, o que é até menos que a média. E não só isso. Eu consegui uma família disputando com MUITAS meninas (a Mari falou que nem deu conta de responder pra todas, de tanto email que chegou), e com certeza muitas tinham mais horas que eu, tinham um dossiê melhor, etc. A menina que eles gostaram também, tinha mais experiência que eu e mesmo assim eu ganhei. E eu não tive fórmula nenhuma, eu fui exatamente EU nos emails, nas ligações, nas conversas no msn. 

Então tomando por base eu mesma, o mais importante não é apenas a quantidade de horas, o inglês, a experiência na direção, saber nadar, etc. CLARO que as horas são mega importantes, não tô dizendo que não são, mas não são tudo. Talvez pra alguns seja uma soma de tudo isso. Pra outros, não é nada disso. Eu acho que é algo que está muito além, tem a ver com sentimento. Assim como meninas com dossiês maravilhosos têm muitos problemas tanto pra conseguir família quanto lá nos EUA tbm, outras que não tem nada de mais têm um processo super rápido e uma família dos sonhos nos EUA. Cada um tem a sua própria experiência. Então eu pergunto.... o que REALMENTE importa?

PS: Eu sei que os posts tão ficando meio grandes, mas eu me empolgo, não dá pra controlar, sorry ahahahahahah 

UPDATE: Por causa do coments da Jé, e é verdade, as horas de experiência contam na hora da família te escolher lá no au pair room, eu dei sorte porque pude conversar com a família antes e tal, mas é sempre bom ter um númer razoável de horas por isso.... talvez se eu tivesse, mais famílias teriam entrado em contato. ;]

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PID gigantesca....

Um dos requisitos da agência pra embarcar é tirar a carteira internacional de habilitação. E como eu não sabia quanto tempo isso demorava, lá fui eu semana passada no Detran tirar. Vou contar mais ou menos como é o procedimento no Detran – SP.


Primeiro entra no site do Detran, clica em CNH, depois em Carteira Internacional de Habilitação, pra ver os procedimentos. Você só tem que imprimir o requerimento que tem no site (ele abre no Word) e preencher, pode preencher à mão ou no próprio Word (o que eu fiz), e levar 2 vias. Junto com isso, leva uma xerox da habilitação. E aí é só ir no Detran.

O Detran de São Paulo mudou de lugar, caso alguém ainda não saiba, ele era no Ibirapuera, mas agora fica na puta que pariu Av. do Estado, 900 (é pertinho da estação Armênia (linha azul), pergunta lá que eles indicam onde é, mas fica atrás – ou do lado – do posto BR).

Chegando lá, logo depois das portas de vidro da entrada, do lado direito tem uma janelinha que tem uma plaquinha escrito ESTRANGEIROS, é lá. Aí você vai lá, fala que quer solicitar a internacional e entrega tudo pra pessoa. Aí ela confere e te devolve, te da o valor e te manda ir no banco pagar.

No Detran SP tem uma Nossa Caixa lá dentro, então você paga na hora, mas eu sei que tem Ciretrans que você tem que pagar antes, então tem que pesquisar. Aí você enfrenta uma fila básica de meia hora, paga a facada de R$ 180,62, a pessoa do caixa te dá a notinha e você volta lá na janelinha de Estrangeiros. Aí ela grampeia uma das vias na notinha e te devolve.

Detalhe: Você pode escolher receber a PID em casa ou retirar lá, se você quiser receber, aí a taxa sobe pra R$ 191,62. Na hora de preencher o requerimento, tem um campo pra informar CORREIOS ou BALCÃO, aí você coloca sua preferência. Eu escolhi retirar lá mesmo, eu gosto de passear ahhahahahaha....

Caso você escolha retirar, é só chegar lá no mesmo balcão que foi solicitada, apresentar o requerimento com a notinha e ela te entrega. Caso você escolha receber pelos correios, é só esperar chegar na sua caixa de correio, OE!

E eu tava achando que ia demorar eras, que nada, eu solicitei dia 1/3 e a data de retirada era 4/3, muito rápido. Não tem segredo nenhum. Esse é o procedimento em SÃO PAULO CAPITAL, nas outras cidades e estados já não sei como funciona. Só sei que o preço varia (muito) de estado pra estado.

A PID é enorme, um exagero mesmo , tipo o tamanho de um pocket book. É um livrinho, na primeira página vem informações como Nº da PID, validade, cidade e estado, data de emissão e número da Habilitação Nacional. E aí tem informações sobre as 5 categorias em todas as páginas, cada uma em uma língua diferente. Tem alemão (acho), português, uma que eu ACHO que é árabe, espanhol, uma que eu nem imagino o que seja, inglês e francês. E na ultima página tem informações pessoais, a sua categoria, foto e assinatura. É isso.


Outro detalhe. Falando com a Mari e com a minha host, descobri que pelo menos em Long Island, onde eu morarei, essa PID é inútil, os policiais de lá nem conhecem ela e até riram da cara da amiga da Mari quando ela apresentou isso. Eles conhecem a Nacional mesmo, mas eu talvez vou ter que tirar a carteira de New York mesmo, porque vou ficar 1 ano por lá. Então a PID não serve pra nada, pelo menos lá. Mas se eu não tiver eu não posso embarcar, regras da agência... Dava pra fazer MUITA coisa com 180 reais ¬¬

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1 mês de match

 

Cara, passou muito rápido, já faz 1 mês que eu tenho família o.O E o "3 meses" que faltava antes, agora virou "2 meses"... pra onde foi o mês, gente??? Nesse meio tempo agendei meu visto, teve encontro, comprei minha mala, solicitei a PID (depois falo sobre isso num post específico), estou enlouquecendo com papéis do visto...

Ao mesmo tempo que não vejo a hora que chegue, quero aproveitar muito aqui, estou indo sempre ficar com meus priminhos, aliás, voltei da casa da minha tia hoje... não sei como eu vou sobreviver sem eles, juro por Deus.... já fiz ela comprar uma cam pra eu poder vê-los...


Meus lindos...

E também sempre vou almoçar com a minha mãe, saio com a minha vó.... ainda não tive muitas oportunidades de ver alguns amigos, mas vou ver se providencio logo.... hehehe..... vou sentir falta de muita coisa aqui, vai ser difícil acostumar... vou ter que falar com a minha mãe todo dia na cam....

Mas também não vejo a hora de estar logo lá, viver uma vida diferente.... falo às vezes com a minha host, esses dias foi niver do boy mais velho, fizeram uma festa numa mini fazenda, ela me mandou fotos, muito fofos..... a Mari, atual au pair, é uma fofona, falo sempre com ela, já me mostrou meus boys 2 vezes na cam, eles me mostraram o quarto todo!!!! Adoro eles cada vez mais, quero muito estar logo com eles!!!

Mas não vou rezar pro tempo passar logo, quero aproveitar meu tempo aqui MUUUUUITO!!!! Até porque num piscar de olhos, tchau Brasil!!

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Voltando ao começo, a agência.

Já que eu tenho mais de 2 meses pro embarque e não tem taaantas novidades, vou procurando assuntos pra postar, pra não deixar o blog tão parado. Aí quando algo legal acontecer eu vou contando.

Já vi muitos posts sobre como escolher a agência, e vi que eu não fiz um sobre isso... então vou contar porquê eu escolhi a Cultural Care. E aproveito pra contar porque decidi ser Au Pair.

Não sei se eu já disse que eu sempre quis fazer um intercâmbio. Mas os de estudos são muito caros, nunca tive grana pra isso não... Nem pensava mais nisso quando num belo dia de agosto/2008 eu recebi um folder na porta da facu de Work Experience, aquele que você vai pros EUA no fim do ano trabalhar por 3 ou 4 meses... e fiquei super animada pra fazer, minha mãe também queria que eu fosse, mas o programa ainda era meio caro e outra, eu voltaria depois que a facu já tivesse começado e 2009 era ano de TCC. Mas continuei pesquisando, e eis que um dia fuçando as opções no site da Central do Intercâmbio eu descubro o Au Pair, e por ser um programa acessível poderia ser uma boa. O foda era que o período mínimo era 1 ano, não sabia se eu agüentava. Aí descobri também o summer camp, que você passa + ou – 4 meses como counselour num acampamento americano, e como eu já fui monitora de acampamento aqui, seria uma boa também. Então durante uns bons 3 meses eu fiquei na dúvida se fazia o Au Pair ou o Summer Camp. Eu mudava de idéia toda hora. Aí pesquisei MUITO sobre os 2, e quando eu senti firmeza de ficar 1 ano, decidi pelo Au Pair por poder conhecer mais lugares, viver a rotina mesmo, etc e tal. No Summer camp eu ficaria apenas no camp...

Decidi em junho e comecei a pesquisar tudo sobre Au Pair. Fucei o Manual da Au Pair de cima a baixo e a comu do Orkut também. E também fui pesquisar sobre as agências, os prós e contas de cada uma. Em junho fui na Palestra da CI lá no Pacaembu, das agências Au Pair Care e Euraupair. A Euraupair eu nem levei em consideração, já não tinha ouvido coisas boas, até por ser uma agência pequena e tal. A APC era melhor mas não senti aquela firmeeeeeza. A APIA eu não fui na palestra mas pesquisei sobre ela também. E não morri de amores.

Eu só fui na Palestra da Cultural Care em agosto, mas desde muito antes já sabia que era a minha agência. Só se falassem algo muito absurdo na palestra eu ia mudar de idéia. Já tinha recebido o catálogo, falado por tel com a mina da agência, já tinha sentido um feeling. E depois da palestra tive certeza, a Cultural Care era a minha agência, até porque também eles aceitavam experiência com família, e eu tinha bastante disso. Logo depois visitei a agência de São Paulo, fiz o teste de inglês, entreguei o app 3 meses depois e tal. Isso tudo eu já contei no blog. Até agora não me arrependi da minha escolha, não tive problemas. Nunca vou saber se se eu tivesse feito uma escolha diferente, como teria sido. Se o aceite teria demorado (outra razão pra escolher a CC – não ter aceite), se eu teria esperado mais, como seria a minha família... Tudo bem que EU achei a minha família e não a CC, mas mesmo assim não tenho muito do que reclamar, foram só 2 meses on line, achei que seriam mais. Se eu fosse da Euraupair, teria fechado com uma família antes (já contei isso aqui), mas eu acredito que nada acontece por acaso, acho que eu não seria feliz lá. E se eu não fosse da CC, não teria fechado com a minha família, que é bem melhor que a outra.

Mas assim, eu ouvi coisas boas e ruins de TODAS as agências. Não levem em consideração uma opinião, porque tem casos e casos em todas elas. Tem pessoas que só tem problemas e pessoas que se dão super bem em cada agência. Então é aquela coisa, escolhe a que você sente mais firmeza, faz o que o coração manda, o coração azul da Cultural Care me conquistou, espero não me arrepender!

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Vistando...

Bom, depois do post excepcional de ontem sobre o meeting, voltamos à programação normal, falando sobre o visto... Não vou dar informações muito detalhadas nem passo a passo até porque nem tenho paciência.... hahahahaha

 Na semana após meu match, agendei meu visto. Como meu embarque é só em maio, a recomendação foi agendar para um mês antes, então agendei pra 8 de abril, às 7:15 da manhã... pra agendar o visto tem que entrar no http://www.visto-eua.com.br , colocar o número do passaporte, data de nascimento e aí você preenche o DS-156 para agendar. Depois de preenchido, você paga a taxa de R$ 38,00 de agendamento e pode agendar. Eu já fiz merda na hora de preencher esse formulário, coloquei meu primeiro sobrenome junto com o nome e não com o último sobrenome, e como não dá pra alterar essa informação, fiquei desesperada, aí liguei no consulado no Rio (você só pode falar com o atendente depois q pagar a taxa de 38 reais) e ela falou que não tem problema, depois eu fui ver que quando o formulário é emitido, o último nome fica mesmo sozinho... blz então. 

Visto agendado, hora de pagar os 20% da agência, como a semana seguinte foi carnaval demorei pra pagar, a Cultural Care sabe lá Deus porque não me mandava nunca o email com informações da conta corrente pra depositar, tive que pegar pelo telefone mesmo... o discurso foi que o sistema tava fora do ar, ok. Ontem paguei 192 dólares (ou 364 reais) na agência do Bradesco (não pode transferir, só depositar, um trabalho a mais mas beleza.) e fui hoje pegar meu kit visto na agência.

No kit visto (da Cultural Care) vem:

-Papéis com informações sobre o visto, mais ou menos como preencher e o que levar no dia.
-DS 2019 - "O" documento, que afirma que você está no programa e indo com uma agência, assinado pela agência
-Papel timbrado com a taxa Sevis paga 
-Outro papel da taxa Sevis (não entendi pra quê, mas okei)
-Formulário DS-157
-Formulário DS-158 - Os 2 pra serem preenchidos e levados no dia da entrevista
-Informações sobre como tirar a PID



Fora tudo isso pra levar o dia do visto, ainda tem o DS-156, que tem que ser impresso, e o papel do agendamento, que é gerado na hora que você agenda, e tem que levar também. Fora os milhões de documentos de vínculos, imposto de renda, etc. etc. etc. Ainda tenho mais de 1 mês pro visto, mas tem muuuuita coisa pra correr atrás. Medinho!!

PS: Jess, PARABÉNS PELO MATCH!!!! Nem vamos ficar tão longe!

Update: e Mari, PARABENS PELO MATCH PARTE II!!!! hj é o dia!!!!

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Futuras Lerês II

Esse sábado rolou mais um encontrão de futuras Au Pairs em Sampa da comu do orkut, o último (e o primeiro) que eu fui foi em setembro, porque não consegui ir no de dezembro por motivos de força maior....



Combinamos de novo no Starbucks, porque já virou meio que tradição... tivemos que sentar numa mesona porque os sofás tavam ocupados.... e acho que a gente meio que extrapolou um pouco, porque a mulher da Starbucks mandou a gente falar mais baixo o.O e o povo não parava de chegar, aí a Pri teve a brilhante idéia da gente ir até o vão do Masp, pra ficar mais à vonts... e lá fomos nós, a procissão no meio da Paulista....



E foi muito legal, tinham quase 20 pessoas (inclusive o Cadu vestido de Robin ¬¬) e tinha horas que eu não sabia qual conversa prestar atenção, eram muitos assuntos paralelos... fora as mil fotos pulando, jogando o cabelo, em cima da bunda da estátua.... 



E esse encontro foi mais legal porque no primeiro eu nem tava on ainda, esse eu já tenho my family EEEE.... e eu quero mais um ainda antes de embarcar, de preferência um piquenique no Ibira!!!



E eu não sei porque eu sou tão reconhecível, todo mundo que chegava já me chamava pelo nome! nem tem graça isso HAAHAHAHAHAHAH

 

PS:  Já agendei meu visto e vou pegar a papelada na agência, mas isso é assunto pra outro post

PS 2:  Hoje é niver do meu boy mais velho, tá fazendo 5 aninhos!!!! Meu bb, já te amo muito, muito, não vejo a hora de estar com você pra te apertar MUITO!!!! queria estar aí agora!!!!

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